As lágrimas que rolam no meu rosto já não são mais uma marca sua. São uma marca de uma ditadura caseira, que machuca mais do que qualquer coisa, até mesmo que você. Se eu já me sentia como um hamster antes, hoje eu já não sei mais como me sinto. Me sinto presa, sem liberdade, sem como me expressar, sem como me defender.
Presa, muda, cega, surda, fria, seca, indefesa.
Se você estivesse comigo, a dor ainda seria grande, mas indubitavelmente menor.
Hoje, mais que ontem, menos que amanhã, preciso de você aqui.

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